Não há muitos dias, um periódico alemão publicou uma sondagem indicando que 21% dos alemães com idades compreendidas entre os 18 e 29 anos não sabem que Auschwitz - esse terrífico pecado da humanidade- foi um campo de extermínio. Não raro, estas notícias são bastas vezes remetidas para os recônditos das páginas dos jornais e revistas, quando, precisamente, deveriam surgir, em caracteres garrafais, berrantes e apelativos, nas manchetes dos mesmos. Resulta curioso ver como este significativíssimo quinhão de jovens ignora as atrocidades perpetradas, num passado não muito distante, pelos seus avoengos.
Quando me deparei com isto, de imediato me ocorreu uma reflexão de George Santayana, que diz, e passo a citar: "aqueles que esquecem o passado estão condenados a repeti-lo". Assertivas, convenientes, acertadas, as palavras do pensador americano.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Hoje, às 18h30, vou estar no inferno para uma sessão de
autógrafos. Apareçam por lá!
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
D. Afonso Henriques, há pouco, aos microfones da TSF:
"Olhe-me para este país... Como isto está, meu Deus... Não imagina o quanto estou arrependido de ter assinado o Tratado de Zamora..."
"Sem a música de Marco Paulo, a vida seria um erro."
A agência de notação moral Fitch baixou hoje o "rating" do Governo português, de BBBB- (lixo) para M+ (autêntica merda), sob vigilância negativa, no seguimento da redução, ontem, da notação de Cavaco Silva, para M² + (absolutíssima merda).