domingo, 18 de novembro de 2012

Advertência


O Indignado Levado da Breca adverte:


Cuidado, muito cuidado, compatriotas. Entre a turba revoltada, com olhos esquadrinhadores, sondadores, tenacíssimos, serpenteiam, sorrelfos, agentes da PIDE disfarçados de gente.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Petiçãozinha



Exmos. Srs. Ministros, peço-lhes, por favor, acabem de uma vez para sempre com a corrupção, senão deixem-me ao menos participar nela. (dinismoura)

domingo, 11 de novembro de 2012

Revolta



Para o nosso primeiro-ministro, a imperialista Chanceler Merkel, a sua indesejável visita, e aquele suspeito laço luso-germânico, este poema, uma sentida vaia. Homenagem, quero dizer. 



O bigode de Pedro Passos Coelho

O nosso primeiro-ministro não tem bigode,
Mas aquele bigode que ele tem,
Neoliberal, tirânico, surreal,
A bordar-lhe o beiço superior,
Só me traz à memória o bigode de Adolfo Hitler.
- Aquele suástico, hediondo, maligno  
Fino feixe de pelugem,
Tão suástico, hediondo e maligno
Quão os seus arreigados delírios.
Pelos vistos, e surpreendentemente,
O compadrio ideológico
Vai para além da mera partilha de desígnios.
Parece que aflora também ao chão da epiderme
E se manifesta das mais variadas
E inesperadas formas.
– Sob a forma de um bigode, por exemplo.
E eu que detesto bigodes.
– Especialmente aquela fina pelugem
Do nosso primeiro-ministro. Hedionda.

O sumo pontífice nazi
Atirou milhões de judeus
Para os campos de concentração – a morte.
Pedro Passos Coelho,
A milhões de portugueses,
Pretende atirá-los
Para os campos da miséria – o Inferno.             
Empunhemos as tesouras
E cortemos-lhe  pois o bigode,
 Antes que ele as amarras que nos sustêm,
Delirado, corte.

(dinismoura)

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Perscrutando o âmago do quotidiano

Elogio dos lambões


Aquilo que tenho a dizer referentemente ao mérito, à competência e ao contributo dos nossos actuais governantes será tão breve, mas tão breve, que ficar-se-á por estas palavras. (dinismoura)

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Perscrutando o âmago do quotidiano


A amargura de sermos isto que somos




Quando uma criança a chorar faz mais barulho que milhões de homens em silêncio, é porque decisivamente algo vai bastante mal neste país. (dinismoura)